Ao contrário do campo enlameado do passado fim-de-semana, as condições, no domingo eram as ideais para a prática desportiva.
Em sub-18, o Técnico justificou o seu favoritismo, dominando por completamente a primeira parte do encontro, conseguindo quatro ensaios transformados, alguns deles muito facilitados pelo CRE que não entrou bem no jogo.
Na segunda parte, os eborenses equilibraram o encontro e podiam ter chegado por mais de uma vez ao ensaio, o mesmo acontecendo, aliás, com os lisboetas; no entanto, não se marcaram pontos e o resultado que se verificava ao intervalo manteve-se até final.
Jogaram:
José Benjamim, João Garcia e Afonso Fontoura; Vítor Oliveira e Gonçalo Nunes; Martim Teixeira, Afonso Arez e J. Leal da Costa (cap.); Gonçalo Pedreira e Duarte Antunes; Manuel Rôlo, Benito Moura, Francisco Paralta e Gonçalo Monginho; João Santos.Jogaram ainda:, Mauro Lopes, Telmo Inácio, Rui, João Passanha e Rui Ferro.
segunda-feira, 10 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
CRE, 22 – Académica, 5
Sob chuva quase constante, e num terreno muito pesado, a equipa de sub-18 do CRE recebeu no domingo a sua congénere da Académica de Coimbra.
O jogo iniciou-se com domínio dos da casa que teve como corolário lógico a obtenção de um ensaio transformado, fruto de uma boa jogada individual do seu médio de abertura.
Alguns minutos depois, o mesmo jogador lesionou-se e teve que sair, facto que constituiu um forte contratempo pois é conhecida a sua importância na manobra da equipa a qual não podia contar com outro “internacional”, que se havia lesionado na passada semana.
Este falto fez com que o CRE se ressentisse e passasse a ser dominado; no entanto, o resultado de 7 – 0 manteve-se até ao intervalo.
Quando, no início do segundo tempo, a Académica marcou um ensaio (que não deixava de ser merecido face ao domínio que vinha exercendo), o CRE “puxou dos galões” e, praticando um jogo adequado às condições meteorológicas e às características da equipa que estava em capo, embalou para uma grande segunda parte, pressionando o seu adversário e não lhe dando quaisquer chances.
Deste bom jogo ofensivo e defensivo, resultou a marcação de mais três ensaios e a obtenção do ponto de bónus que, ao intervalo, ninguém pensava ser possível.
O CRE mostrou no domingo no Campo Estrela ser uma equipa muito personalizada e que tem evoluído bastante nas últimas semanas, não dependendo já dos jogadores tradicionalmente considerados mais importantes.
Jogaram:
José Benjamim, João Garcia e Mauro Lopes (5); Afonso Fontoura e Gonçalo Nunes; Martim Teixeira, Afonso Arez e J. Leal da Costa (cap.) (5); Gonçalo Pedreira e Manuel Murteira (5+2); Manuel Rolo, Gonçalo Monginho, Francisco Paralta e Rui Ferro; Duarte Antunes.
Jogaram ainda:, Vítor Oliveira e Nuno Valadares.
O jogo iniciou-se com domínio dos da casa que teve como corolário lógico a obtenção de um ensaio transformado, fruto de uma boa jogada individual do seu médio de abertura.
Alguns minutos depois, o mesmo jogador lesionou-se e teve que sair, facto que constituiu um forte contratempo pois é conhecida a sua importância na manobra da equipa a qual não podia contar com outro “internacional”, que se havia lesionado na passada semana.
Este falto fez com que o CRE se ressentisse e passasse a ser dominado; no entanto, o resultado de 7 – 0 manteve-se até ao intervalo.
Quando, no início do segundo tempo, a Académica marcou um ensaio (que não deixava de ser merecido face ao domínio que vinha exercendo), o CRE “puxou dos galões” e, praticando um jogo adequado às condições meteorológicas e às características da equipa que estava em capo, embalou para uma grande segunda parte, pressionando o seu adversário e não lhe dando quaisquer chances.
Deste bom jogo ofensivo e defensivo, resultou a marcação de mais três ensaios e a obtenção do ponto de bónus que, ao intervalo, ninguém pensava ser possível.
O CRE mostrou no domingo no Campo Estrela ser uma equipa muito personalizada e que tem evoluído bastante nas últimas semanas, não dependendo já dos jogadores tradicionalmente considerados mais importantes.
Jogaram:
José Benjamim, João Garcia e Mauro Lopes (5); Afonso Fontoura e Gonçalo Nunes; Martim Teixeira, Afonso Arez e J. Leal da Costa (cap.) (5); Gonçalo Pedreira e Manuel Murteira (5+2); Manuel Rolo, Gonçalo Monginho, Francisco Paralta e Rui Ferro; Duarte Antunes.
Jogaram ainda:, Vítor Oliveira e Nuno Valadares.
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